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Escritoras propõem política para ampliar presença de autores maranhenses nas bibliotecas escolares
Antiprojeto de lei prevê reserva gradual de até 30% dos acervos para obras de escritores do Maranhão, fortalecendo a identidade cultural e incentivando a literatura produzida no estado.
As escritoras maranhenses Márcia Montenegro e Maura Luza Frazão apresentaram um antiprojeto de lei que propõe a criação de uma política pública de valorização dos autores locais na rede de ensino. A iniciativa foi detalhada em entrevista concedida ao jornal O Imparcial. (O Imparcial)
A proposta prevê que as bibliotecas escolares passem a destinar, de forma gradual, até 30% de seus acervos a livros de autores maranhenses. O objetivo é ampliar o acesso dos estudantes à produção literária local, fortalecer a identidade cultural e estimular o sentimento de pertencimento entre crianças e jovens.
Além de aproximar os alunos da história, da cultura e das tradições do Maranhão, o antiprojeto também busca impulsionar toda a cadeia produtiva do livro no estado, beneficiando escritores, editoras, ilustradores e demais profissionais ligados ao setor literário.
Segundo as autoras, a valorização da literatura maranhense dentro das escolas representa um importante instrumento de formação de leitores, preservação da memória cultural e incentivo à produção intelectual local.
A entrevista completa, com detalhes sobre o funcionamento da proposta e seus impactos para a educação e a cultura maranhenses, está disponível no canal de O Imparcial no YouTube.
Confira: https://youtu.be/wmRuZgOYWM0



